segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O amor




O Amor é tão lindo,
Lindo de encantar,
Encanta até os mais fortes,
Que até os faz chorar.

O amor não é só gostar de alguém,
E também ter amizade,
Pelos outros e pela nossa família,
Para lhe podermos oferecer felicidade!

Quem ama os outros, tem amor à vida,
Porque amar alguém, não é só uma ida!
Eu gosto de amar,
Os meus amigos e a minha família,
Vou-os sempre amar até ao fim da minha vida!


Ana Lúcia Gomes

O Inverno

O Inverno é bem fresquinho,
Fresquinho de arrepiar!
Arrepia até os ossos e ...
nem com um beijinho
vai passar!

Para estarmos quentinhos, temos de usar,
Usar cachecóis e lencinhos,
Lencinhos para não nos constipar!

O Inverno é muito frio,
Frio, mas divertido!
Divertido é fazer bonecos de neve,
Bonecos de neve com luvas e gorros.
Isso é que é divertido!

Mas quando começa a chover,
O divertimento acaba.
Mas sabemos que vai nevar,
Por isso temos de nos animar!
Ana Lúcia Gomes

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Carta de amor

És o sol que me ilumina,
És o sol que me faz viver,
És uma grande pessoa para mim,
Fazes-me rir e querer.

És bonita como uma rosa,
Es muito charmosa,
És como um jasmim,
És muito querida para mim.

És muito bonita e...
 muito divertida!
Nunca te vou esquecer
Minha amiga linda.

Solange
Poema dedicado a todas as minhas amigas

domingo, 23 de janeiro de 2011

A paisagem


A paisagem é um lugar onde podemos correr…
Um lugar, onde nos podemos conhecer…
Um lugar de viver.
A paisagem é um lugar para nunca esquecer!

A paisagem é onde nos podemos encontrar.
É tão bonita como o mar.
Com a paisagem podemos sempre contar,
Porque ela está sempre ali p´ra nos ajudar.

A paisagem está por todo o lado.
A paisagem está presente, quando vou comprar um gelado.
A paisagem é tão bonita como um lago.
E por onde ela passa, está tudo encantado!

Paisagem… paisagem tão cintilante,
Paisagem… paisagem tão radiante,
Paisagem… paisagem, tu és tão fascinante!

Inês -5º B

Poema das cores



Cor-de-laranja, a cor da laranja,
Que é saborosa, mas às vezes muito amargosa.
Que vem das laranjeiras …
E alimenta as freiras.

Azul, a cor do céu,
Que não tem fim.
E é tão belo,
Como o marfim.


Cor-de-rosa, a cor de flores,
De flores lindas, maravilhosas.
Margaridas, botões, jasmins,
E rosas muito vaidosas!

Amarelo, a cor do sol.
Que é lindo muito lindo
Ilumina tudo e todos,
E todos os dias …
É bem-vindo!

Vermelho, a cor do Benfica,
Benfica campeão.
Ele é o meu clube,
E está no meu coração.

Verde, a cor da esperança,
Que permanece na nossa bandeira.
Que todos nós precisamos,
Cada um à sua maneira!

Solange Cavaco

domingo, 9 de janeiro de 2011

Caderno de leituras da Ana Gomes

Os sonhadores:
A vida muda mas os amigos ficam para sempre amigos. Os sonhos também ficam para sempre na nossa vida, mesmo que possam ter a forma de um monte de papéis e ficar durante muitos anos guardados no fundo de um guarda-fatos.
E quando se avistava a realização do sonho, o imprevisto acontece, fazendo desaparecer o embrulho que guardava o sonho quase a chegar ao destinatário.
Mais informações sobre o livro:
Título do livro: Os Sonhadores
Autor: António Mota
Direcção gráfica e capa: António Modesto
Editora: Gailivro
Resumo do livro: Os Sonhadores
Esta linda história começa com dois amigos que já não se viam há algum tempo e que se reencontram.
            Um senhor que em tempos de liceu era conhecido por Rosas (mas que o seu nome verdadeiro era Armando Rosas) vai até casa de um ex-colega de liceu que se dá pelo nome de Hermenegildo Sousa (também mais conhecido por Gilinho). Nessa noite em que Rosas apareceu na casa do Gilo, a mulher de Gilinho (Deolinda) estava grávida e estava acabando de fazer o jantar para os três.
            Depois de ter comido, estava muito cansada e deitou-se. Nessa noite, os dois, Gilinho e Rosas, começaram a falar, falar, falar… por essa madrugada fora, daqueles belos tempos de liceu e do que faziam agora.
Dessa conversa toda veio a conversa da paixão que ambos tinham pela escrita. Rosas contou então que escrevia croniquetas para a Flor de Tâmega e para a Emissora Regional de Amarante. O Gilinho disse também que continuava a escrever, mas que escrevia para a gaveta como era costume dizer-se. Disse que andava à volta de um livro que estava a escrever já havia algum tempo.
Quando o Rosas lhe perguntou como se chamava o livro, o Gilinho disse-lhe que se chamava “ A Coisa” mas que ainda não sabia qual o nome que lhe devia dar ao certo. Rosas com toda a delicadeza perguntou-lhe que tipo de livro era e o Gilo respondeu-lhe que aquilo não era coisa que se perguntasse e que claro, se tratava da vida.
Mas o Gilinho achava que ninguém o ia ler por isso não valia a pena o livro ter tanta coisa…
Rosas disse-lhe que se houvesse um editor que podia editar o livro e vende-lo.
Antes de Rosas se ir embora, pediu-lhe o livro e disse-lhe que o ia dactilografar. Quando Rosas voltou para a sua casa começou a dactilografar o livro que Gilo tinha escrito. Deixou de reparar nas horas e quando começou a sentir muita fome saiu para a rua para comer e já estava bem pertinho do café quando o relógio lhe disse que eram 4h:30 da madrugada. A partir daí a história desenrola-se contando então o livro que Gilinho tinha escrito que mais contava a sua vida quando era pequeno. Quando o livro estava prestes a ser entregue ao Hermenegildo já dactilografado é roubado…
Biografia de autor:
António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 16 de Julho de 1957. Foi professor do Ensino Básico. Publicou o seu primeiro livro, A Aldeia das Flores, em 1979. Com a obra O Rapaz de Louredo (1983) ganhou um prémio da Associação Portuguesa de Escritores. Em 1990,  recebeu o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens pelo seu romance Pedro Alecrim. Em 1996, ganhou o Prémio António Botto com A Casa das Bengalas. Em 2003,  a obra O Sonho de Mariana, ganhou o Prémio Nacional de Ilustração, com ilustrações de Danuta Wojciechowska. Esta obra foi escolhida pela Associação de Professores de Português  e Associação de Profissionais de Educação de Infância para o projecto "O meu brinquedo é um livro". Em 2004 recebeu o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, na modalidade de livro ilustrado, pela obra Se eu fosse muito Magrinho. Com ilustrações de André Letria. Desde 1980 tem sido solicitado a visitar escolas do Ensino Básico e Secundário, assim como bibliotecas públicas, em Portugal e outros países, fomentando deste modo o gosto pela leitura entre crianças e jovens.
Colaborou com vários jornais e participou em diversas acções organizadas por Bibliotecas e Escolas Superiores de Educação. Os seus livros estão antologiados em volumes de ensino do Português e tem obras traduzidas em Espanha e Alemanha. Tem mais de quatro dezenas de obras recomendadas pelo Leitura.
Tem livros incluídos em listas de obras literárias de qualidade recomendadas pela Munique. Em 2008 foi agraciado com a
Ordem da Instrução Pública.

Agora, leitores comprem este livro, porque é muito bonito e é uma boa compra. Não se esqueçam que ler é muito importante e assim podem ler um livro cheio de imaginação e com muitas aventuras do Gilinho quando era pequenino.
                                                                                   Ana Lúcia Gomes (Janeiro de 2011)